Finalmente: #NotAnotherBrother

“Don’t let your words turn our brothers into weapons”

Já não era sem tempo: um vídeo que contraria de forma decente a narrativa extremista da máquina de propaganda do Estado Islâmico.

O Rúben devia ser capitão, mas está a treinar sozinho

O Jorge saiu? Ok, tudo bem. O Maxi quis ganhar mais? Tranquilo. O Lima foi vendido? Percebe-se. O Artur não renovou? Ninguém deu por isso. O Rúben Amorim está a treinar sozinho no Jamor? Pára tudo.

Um clube como o Benfica distingue-se pela forma como trata os seus. E o Rúben é um dos nossos. Além de um grande benfiquista é um jogador da casa. Foi formado no Benfica, dispensado, afirmou-se no Belenenses e quando chegou a hora de escolher entre as diversas propostas que tinha, decidiu voltar a casa. Foi em 2008. Nessa época foi titular em grande parte dos jogos. No ano seguinte foi campeão nacional e ganhou a Taça da Liga. Depois lesionou-se nos dois joelhos.

Já em Outubro, de 2011, durante um estágio da selecção nacional, teve um desabafo que lhe trouxe dissabores: criticou as escolhas do treinador Jorge que, na maior parte dos jogos, fazia a equipa sem um único português. E não era por eles não terem valor ou capacidade para serem titulares. A solução encontrada foi o empréstimo ao Braga (onde também ganhou a Taça da Liga). Curiosamente, durante o tempo em que esteve fora, o Benfica não voltou a ser campeão.

Regressou no início da época 2013-2014. Ano histórico, com a conquista do Campeonato, Taça e Taça da Liga. Faltou a Liga Europa. Em 2014-2015, voltou a ser campeão e a ganhar a Taça da Liga. É, portanto, um dos jogadores com mais troféus no actual plantel. Um dos mais experientes. Um dos que melhor conhece a casa. A famosa mística benfiquista, que lhe vem desde pequeno, e que tem de ser transmitida aos que chegam. É um dos que podia envergar a braçadeira de capitão.

O Rúben Amorim pode não ser um génio. Mas aos 30 anos está longe de estar acabado. Tem muito para dar ao Benfica. Aos mais novos. Aos estrangeiros. Um clube com a grandeza do Benfica distingue-se também pela forma como trata os seus. O Rúben é um dos nossos – e não merece ser tratado desta forma.

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Micro revista de imprensa

Há dias em que olhamos para um jornal e pensamos: “olha que bela ideia”. Hoje foi um desses dias. Em vez de uma longa análise aos programas eleitorais dos principais partidos, o DN optou por uma solução gráfica e eficaz: resumir cada uma das áreas em 140 caracteres, o tamanho de um tweet. Nice.

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Nota: a micro revista de imprensa destaca um artigo publicado nos jornais e revistas portugueses. Pode ser uma notícia, uma reportagem, uma entrevista ou uma crónica. Pode ter várias páginas ou ocupar uma coluna. O critério é sempre o mesmo: importância, interesse e qualidade

Coisas da Sábado

Hoje nas bancas: Ricardo Salgado: a prisão em casa, os 10 milhões perdidos e os aliados do PCP; Alfredo Branco, o Visconde que admirava Hitler; entrevista a Paulo Campos; Sérgio Moro, o “Carlos Alexandre” do Brasil; o restaurante mais importante de Sillicon Valley; o grupo que atacava traficantes de droga; reportagem em Varziela, a terra de 1500 chineses; entrevista de vida a Vitor Oliveira; Pop Galo, a nova peça de Joana Vasconcelos; e muito mais.

PRIMEIRA 587

E foi assim que tudo começou… e acabou

Coisas da Sábado

Amanhã nas bancas: os alimentos que vamos deixar de comer; entrevista ao presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, Eduardo Cunha; os deputados portugueses que iludem o regime de exclusividade; entrevista a Augusto Santos Silva; reportagem no Irão; Vara e Bataglia na mira do Ministério Público; perfil de Filipa Sáragga; a equipa de desenpregados do sindicato de futebolistas; Gil & Caetano; e muito mais.

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Eu e o King. Porque todos temos uma história com os nossos heróis

ntp:

Hoje o King vai para o Panteão Nacional. Queria escrever algo sobre ele. Mas não me sai nada melhor do que aquilo que publiquei ainda a quente, logo após a sua morte. Viva o King

Originally posted on O Informador:

Olá King,

Foda-se. Morreste. Não posso dizer que tenha sido uma surpresa. Mas mesmo assim: foda-se. Morreste. Ontem de manhã, quando soube da notícia, fiquei sem reacção. Como muitos, fui seguindo o desfile de personalidades e declarações que surgiam em catadupa nas televisões. Umas atrás das outras. Todos pareciam ter alguma coisa a dizer. Uma história para contar. Como li hoje escrito por aí, é isso que distingue os heróis. Todos temos uma história com eles para contar. Mesmo que não os tenhamos conhecido ou com eles privado. E se dúvidas houvesse, elas acabaram: tu és um deles. Dos bons. Dos heróis.

Sim, também eu tenho histórias contigo. Nenhuma é de um grande feito. E tenho a certeza que tu, onde quer que estejas, não tens a mais pequena memória delas. São histórias de um miúdo que aos fins-de-semana ia para a catedral assistir aos jogos e que lá chegava…

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