Wikileaks divulga política externa de Henry Kissinger

Desde que, em Junho do ano passado, se refugiu na embaixada do Equador, em Londres, para impedir a extradição para a Suécia, onde é procurado por violação, Julian Assange, tem tido um problema: demasiado tempo livre. Desde então, o fundador do Wikileaks realizou uma série de 10 entrevistas intituladas O Mundo Amanhã (emitidas em exclusivo por O Informador em Portugal) e trabalhou num dos maiores projectos da organização: a Public Library of US Diplomacy (PlusD).
Divulgada hoje, a PlusD tem a maior base de dados de comunicações diplomáticas dos Estados Unidos do mundo. Ao todo são mais de dois milhões de documentos com cerca de mil milhões de palavras. A maioria (1.7 milhões) são os chamados Kissinger Cables, documentos que abrangem o período entre 1973 e 1976 e que incluem inúmeros telegramas diplomáticos enviados ao antigo secretário de Estado Henry Kissinger. Ao todo, são mais de 380 gigabytes de informação organizados numa única base de dados que dão ao público em geral um acesso único a documentos disponíveis apenas nos National Archives dos Estados Unidos. Para já, a organização promete revelações sobre ao relacionamento norte-americano com as ditaduras fascistas da América Latina e sobre o regime de Franco, em Espanha.

Como se calcula, há também muita informação sobre Portugal e os protagonistas da conturbada vida política portuguesa naqueles anos.

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