Diogo Quintela, Sousa Tavares e o espermatozóide do MEO

Esta semana, Miguel Sousa Tavares (MST) dá uma grande entrevista à Sábado. Como não podia deixar de ser, a Maria Henrique Espada perguntou-lhe sobre a polémica recente com José Diogo Quintela que, no Público, o acusou de criticar todos os bancos e banqueiros do país excepto o BES, que é liderado pelo seu sogro, Ricardo Salgado. Foi esta a resposta do escritor e comentador da SIC:

“Teve uma polémica recente com o José Diogo Quintela, que o acusou de não criticar o BES por Ricardo Salgado ser sogro da sua filha. Respondeu que ele se estava a promover às suas custas, num tom que pareceu francamente irritado. Estava?

Estava. Porque é uma coisa tão canalha. O Ricardo Salgado é sogro da minha filha e avô de netos meus. Além disso, somos amigos há muitos anos porque eu fui casado com uma prima direita dele. Nunca o critiquei e
nunca o elogiei, porque acho que não se fala da família em público. Não estou a ver o Quintela a criticar a família em público, mas se criticar é mal-educado. Também não se está à espera de ver o Quintela a criticar o Dias Loureiro, que é sócio dele, por exemplo, e tinha mais razão de ser. Acho o Quintela um tipo medíocre e ele tem-me muita raiva porque eu digo que ele é um medíocre e que vive à contado talento do Ricardo Araújo Pereira. E vive. Ele ficou muito ofendido comigo porque eu dizia que a especialidade dele é fazer de espermatozóide do espaço em anúncios do Meo.”

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