O Informador, ano um

Há exactamente um ano fiz o primeiro post neste blogue. Não sabia como ia correr. Nem se ia durar. Começou como uma simples experiência. Uma forma de complementar a actividade jornalística com todas as possibilidades que as novas tecnologias oferecem: fotos, videos, infografias, textos curtos, artigos longos, reportagens, opiniões, entrevistas. No fundo, um pouco de tudo. Sem amarras nem limitações. Com uma única preocupação: não ser um blogue umbiguista.

Sim. O Informador, como um jornal e uma revista devem ser, é feito para os leitores. Claro que o âmbito é limitado. Como está escrito no cabeçalho, aqui são tratados quatro tipos de assuntos: “jornalismo, média, actualidade nacional e internacional” (a excepção são os posts sobre o Benfica, mas mesmo esses podem ser considerados actualidade nacional ou internacional). Mas sempre com o objectivo de que quem aqui entre feche a página um pouco mais informado do que quando cá chegou. Espero tê-lo conseguido.

Como todos os projectos deste tipo, O Informador tem vindo a crescer aos poucos. Nos primeiros meses o número de visitas deixava-me com vontade de cortar os pulsos. Por várias vezes a tentação de parar foi grande. Mas, lentamente, o blogue foi crescendo. Primeiro graças ao Facebook e aos amigos que o divulgaram. Depois graças ao concurso nacional de blogues, promovido pelo Aventar, onde O Informador venceu o título de melhor blogue de 2012 na categoria de Comunicação e Média. No meio disto tudo tenho que agradecer a muitas pessoas. Pelos incentivos, pelas ideias, pelas colaborações. Não posso deixar de agradecer especialmente ao António Aly Silva que, através do Ditadura do Consenso, deu um grande contributo para este crescimento.

Em jeito de balanço, destes 365 dias ficaram:

  • 939 posts,
  • 202 mil pageviews, de 116 países.
  • 656 comentários
  • 1042 seguidores no Facebook
  • 56 no Twitter
  • 84 que recebem actualizações no email.

Os artigos mais lidos foram:

  1. As revelações de Manuel Monteiro sobre Paulo Portas
  2. O que os Estados Unidos pensavam de Rui Machete
  3. A nova vida de Marco Borges como treinador de guarda-costas
  4. Isabel dos Santos: a mulher mais rica de África
  5. O que eu vi e ouvi nas ruas de Lisboa 

Como escrevi há um ano, não sei quanto tempo O Informador vai durar. Nem em que moldes. A vida é feita de mudanças e evoluções. Quem sabe o que pode acontecer. Para já, fica o compromisso: continuar a fazer o que fiz até aqui, mais e melhor. Espero que continuem a gostar. Porque este blogue é para vocês. Obrigado.

Nuno Tiago Pinto

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15 thoughts on “O Informador, ano um

  1. Nuno, este blog é para mim como o velho que está sempre no café e que, quando chego por volta das 10:00, me fala dos acontecimentos mais importantes dos jornais (muitos) à sua volta. Conta comigo para ler o teu resumo dos realces que realmente interessam. Obrigado.

  2. Pingback: O Informador, ano dois | O Informador

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