O flagelo da mutilação genital feminina

Há 10 anos que é proibida no Quénia. Ainda assim, milhares de raparigas têm de fugir de casa para escapar a uma tradição ancestral. Nesta reportagem do The Guardian, uma das mulheres que costumava fazer “o corte” explica como tudo continua tal como antes – e porque apenas proibir não é a solução.

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