Os negócios da Guiné Equatorial em Lisboa

A Guiné Equatorial quer aderir à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. A esmagadora maioria dos Estados membros da organização querem que o país liderado há 34 anos por Teodoro Obiang Nguema entre. Para os seus líderes, há vários argumentos a favor. Contribuír para a democratização da nação africana é um deles – algo que nem Espanha, a potência colonizadora, conseguiu. Mas o mais importante será a possibilidade de realizar negócios. Muitos negócios. A Guiné Equatorial está a nadar em tanto petróleo que o governo até decidiu construír uma nova capital de raíz. As construtoras até salivam. Mas nem todos os negócios terão de ser realizados em África. Pelo contrário. Recentemente o Banif anunciou estar em negociações com empresas da Guiné Equatorial para concluír o processo de recapitalização. E no mês passado, o embaixador do país em Lisboa comprou, em nome da Guiné Equatorial, três edifícios na capital portuguesa por 12 milhões de euros. Detalhe: as aquisições foram todas feitas à mesma empresa, uma imobiliária sem actividade anterior, que lucrou mais de cinco milhões com as vendas. Um dos edifícios foi comprado por um milhão de euros em Novembro e vendido em Fevereiro por cinco milhões. Para ler na Sábado desta semana.

Guine

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