O Informador, ano dois

Dois anos. Parece que foi ontem. Não foi. Hoje, passam exactamente 730 dias desde que fiz o primeiro post neste blogue. Como escrevi o ano passado, não sabia como ia correr. Nem se ia durar. Era uma experiência. Um escape. Uma forma de praticar um estilo de escrita mais livre. Um meio de dar a minha visão sobre factos que afectam a nossa vida em geral e o jornalismo em particular. No fundo, um espaço próprio. Nada mais.

Mas a verdade é que à medida que o tempo foi passando, que o blogue começou a crescer e a ser seguido por cada vez mais pessoas, o compromisso também aumentou. É assim que entendo este espaço: ele não me pertence só a mim. Pertence a todos aqueles que o lêem e que, com o seu feedback, me levam a seguir determinado caminho.

É por isso que hoje posso dizer que – a menos que haja algum imponderável – O Informador veio para ficar. E, de preferência, para crescer. As pequenas mudanças que foram sendo feitas no último ano são um reflexo disso. A nova imagem, original, graças à arte e generosidade do Alex Gozblau (obrigado, Alex) e as novas rubricas (tudo o que precisam de saber sobre…, leitura para o fim-de-semana; etc) não são mais do que uma tentativa de chegar a mais gente e de deixar os que já aqui vêm com mais vontade de voltar. Porque encontraram textos interessantes, informações credíveis, reportagens cativantes, vídeos esclarecedores ou infografias surpreendentes. Claro que tudo isto tem limitações. Sou só um e tenho de trabalhar para ganhar a vida. Ainda assim o balanço destes dois anos não é mau:

  • 1793 posts
  • 514 mil pageviews, de 185 países (quase todos os do mundo)
  • 1275 comentários
  • 3238 seguidores no Facebook
  • 104 no Twitter
  • 187 no site
  • 4808 partilhas de posts

Os artigos mais lidos no último ano foram:

  1. Judite de Sousa, a pivot moralista que usa sapatos Louboutin
  2. As revelações de Manuel Monteiro sobre Paulo Portas
  3. A roupa suja de Manuel Maria Carrilho e a queixa de Bárbara Guimarães
  4. Tirem as fotografias dos vossos filhos da Internet. Já!
  5. Assunção Esteves, a “Miss Prada” do Parlamento.

A todos vocês o meu muito obrigado. Espero que o ano que aí vem seja ainda melhor. Tal como este, sê-lo-á graças a vocês. Por isso, continuem a partilhar O Informador. Ele também é vosso.

NTP

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