O regresso a casa

Marc Dauphin é um médico australiano que passou uma longa temporada num dos hospitais mais atarefados do mundo: a base aérea de Kandahar, no Afeganistão. Pelas suas mãos passaram milhares de soldados feridos. No fim da sua comissão, regressou a casa. Voltou à chamada normalidade que, quatro anos depois, passou a ser tudo menos normal. Este documentário acompanha o seu dia-a-dia no hospital militar e o seu regresso a casa.

Tragédia nas fábricas de roupa do Bangladesh

Roupas baratas e de qualidade? Ninguém diz que não. Mas e se conhecessem as condições em que elas são feitas? Talvez já não as quisessem. É o caso do vestuário fabricado por inúmeras marcas no Bangladesh a preços baixos. A 24 de Abril o mundo acordou para uma realidade de falta de segurança e trabalhos quase forçados quando mais de mil pessoas morreram no colapso de um edifício de oito andares em Dhaka, a capital do país, aqui recordado nesta reportagem da televisão australiana ABC

A história esquecida do soldado Bradley Manning

Julian Assange continua refugiado na embaixada do Equador, em Londres. O Wikileaks continua a funcionar. Mas aquele que permitiu à organização fundada por Julian Assange tornar-se um actor global – a sua grande fonte inicial – foi preso e irá ser julgado num tribunal marcial. A reportagem do jornalista Quentin McDermott sobre Bradley Manning, para o programa Four Corners,da ABC australiana, conta a sua história. Chama-se The Forgotten Man.

A Mata Hari norte-coreana

Aos 17 anos,  Kim Hyon Hui destacava-se na sua escola na Coreia do Norte. Pela beleza e pela capacidade em falar japonês perfeitamente. Um dia, um carro apareceu à porta do estabelecimento. Disseram-lhe que tinha sido escolhida pelo líder do regime, Kim Il-Sung para uma missão: ser espia. Passou os oito anos seguintes a treinar artes marciais, uso de armas e a aprender técnicas de espionagem. Até que, em 1987, foi-lhe dada uma missão de alto risco: fazer explodir um avião de passageiros sul-coreano – o que ela conseguiu. Agora, nesta entrevista exclusiva dada à ABC Austrália, Kim Hyon Hui recorda essa missão que matou 115 pessoas, como engoliu uma cápsula de cianeto, como foi julgada e condenada à pena de morte e mais tarde perdoada pelo regime sul-coreano. Para além disso, diz o que pensa sobre o terceiro líder da dinastia norte-coreana e da actual crise.