A vida de uma mulher em Raqqa

A dimensão da guerra contra o Estado Islâmico

A coligação internacional contra o Estado Islâmico já lançou dois ataques aéreos por hora em mais de 450 dias. Parece muito? Vejam a comparação com o que aconteceu na Sérvia, no Iraque e na II Guerra Mundial. Pois

A comida favorita dos ditadores

Hitler sofria de flatulência e tornou-se vegetariano. Kadaffi também, mas não se importava. Kim il-Sung tinha uma equipa que lhe seleccionava individualmente os grãos de arroz. Já Ceausescu levava os próprios alimentos para onde quer que fosse. Estaline tinha outro passatempo: obrigar os convidados a participar em jogos de bebida obrigatória que se estendiam até às 5h da madrugada. Os desafios eram tão violentos que Tito só aguentava se vomitasse para dentro das próprias mangas. Estas são algumas das revelações do livro Dictators’ Dinners: A Bad Taste Guide to Entertaining Tyrants, escrito por Victoria Clark e Melissa Scott e contados pela BBC.

Stalin gostava de fazer piqueniques na sua Dacha

Estaline gostava de fazer piqueniques na sua Dacha

O homem que mudou o mundo

A 11 de Fevereiro de 1979 era proclamado o triunfo da Revolução Islâmica no Irão. No dia em que se assinala o 35º aniversário fica aqui a primeira de três partes de um documentário da BBC sobre o homem que liderou o processo – e mudou o mundo: o Ayatollah Khomeini

Está aqui uma explicação para os protestos no Brasil

A culpa é da classe média. Sim. Leu bem. Ao longo dos últimos anos – e a tendência é para continuar – centenas de milhões de pessoas deixaram a pobreza e tornaram-se classe média. Isto está a provocar uma enorme mudança no equilíbrio social, impulsionada, claro, pelas alterações na China, Índia e América Latina – sobretudo no Brasil.

A explicação é simples. À medida que o nível de vida da população vai aumentando, as pessoas passam a ter preocupações diferentes. Em vez de pretenderem chegar vivas ao fim do dia, querem ter melhores cuidados de saúde. Ao invés de ambicionarem morar numa favela, querem um sistema de educação que funcione. Depois de terem saneamento básico, exigem mais segurança nas ruas – e por aí fora. A nova classe média torna-se menos tolerante à corrupção, à impunidade dos poderes instituídos e mais exigente em relação à forma como o dinheiro dos seus impostos é gasto. Isto numa sociedade vibrante e inconformada, claro. A BBC está a dedicar a sua atenção a este fenómeno. Para ver aqui.

A libertação de Vijay Kumari

O jornalismo atinge um dos seus pontos altos quando toca o coração dos leitores/telespectadores. Isso acontece, normalmente, com histórias sobre pessoas. Algumas são de drama. Muitas de tragédia. Outras de alegria. Exemplos de como a natureza humana consegue enfrentar todo o tipo de adversidades. É o caso desta peça da BBC. Em 1994, Vijay Kumari foi condenada por homicídio. Um tribunal superior estabeleceu como condição para a sua libertação o pagamento de uma fiança de 140 euros. Como não tinha dinheiro, passou os últimos 19 anos detida. Todos se esqueceram dela. Excepto uma pessoa: o filho que deu à luz já na cadeia. Agora, depois de arranjar emprego, o rapaz conseguiu pagar a um advogado para tratar da libertação da mãe. E ao fim de quase duas décadas, Vijay Kumari voltou a casa.

O poder do jornalismo: a BBC encontrou provas do uso de armas químicas na Síria

A televisão britânica parece ter encontrado provas de que, no mês passado, o governo sírio utilizou armas químicas na cidade de Saraqeb. Inúmeros testemunhos dão conta de que dois helicópteros largaram pelo menos dois engenhos com gás venenoso. Aviso: algumas imagens podem ser chocantes.