Será Angela Merkel a líder de uma nova Europa?

“One of the key purposes of NATO was to embed Germany in an international framework that would prevent it from becoming a threat to European peace as it had been in World War I and World War II. In the words of NATO’s first secretary general, NATO was supposed “to keep the Russians out, the Americans in, and the Germans down.” Now, Merkel is suggesting that the Americans aren’t really in, and, by extension, Germany and Europe are likely to take on a much more substantial and independent role than they have in the past 70 years.” 

A análise do The Washington Post ao discurso em que a chanceler alemã diz que a era em que podiamos confiar nos aliados terminou.

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Leitura para o fim-de-semana: uma muçulmana na Casa Branca de Trump

Rumana Ahmed é muçulmana. Os pais imigraram do Bangladesh para os Estados Unidos. Em 2011, acabada de sair da faculdade, esta filha de imigrantes, muçulmana, começou a trabalhar na Casa Branca em 2011. Mais tarde, passou para o Conselho de Segurança Nacional norte-americano. Era a única a usar um hijab. Por opção. Acompanhou, receosa, a campanha eleitoral. Quando a nova administração tomou posse decidiu ficar. Aguentou oito dias. Neste texto, escrito na primeira pessoa, publicado na The Atlantic, explica porquê.

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Leah Varjacques / The Atlantic

 

Schiiiuuuu, não digam nada a Donald Trump…

Adel Kermiche e Abdel Malik Petitjean; Larossi Abballa; Ibrahim El Bakraoui, Najm al-‘Ashrāwī, Mohamed Abrini, Khālid al-Bakrāwī e Osama Krayem; Abdelhamid Abaaoud, Mohamed Abrini, Samy Amimour,  Salah Abdeslam, Brahim Abdeslam, Ismael Omar Mostefai, Samy Amimour,Foued Mohamed-Aggad; Amedy Coulibaly, Chérif Kouachi, Saïd Kouachi; Yassin Salhi; Mehdi Nemouche; Mohammad Sidique Khan, Shehzad Tanweer, Germaine Lindsay e Hasib Hussain.

Estes são os nomes dos autores dos atentados terroristas na Europa entre 2005 e 2016. Entre eles estão os dois jovens que degolaram o padre da igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia, em Julho de 2016; o homem que matou um casal de polícias na véspera do Euro 2016, nos arredores de Paris; os responsáveis pelo ataque ao Charlie Hebdo e ao Hiper Cashier, em Paris, em Janeiro de 2015; os autores dos atentados à sala de espectáculos Bataclan, ao Stade de France e a vários cafés de Paris, em Novembro de 2015;  os suicidas que levaram a cabo os atentados no aeroporto de Bruxelas e na estação de metro de Maalbeek, em Março de 2016; o homem que decapitou o patrão em  Saint-Quentin-Fallavier, perto de Lyon, em Junho de 2015; o autor do atentado no museu judaico de Bruxelas, em Maio de 2014; os responsáveis pelos atentados terroristas de Londres, em Julho de 2005.

As suas acções provocaram centenas de mortos no Reino Unido, na França e na Bélgica. Para além de agirem em nome de grupos terroristas como o auto-proclamado Estado Islâmico ou a Al Qaeda, unia-os um detalhe: eram (ou são) todos cidadãos europeus, nacionais do Reino Unido, Bélgica, França e Suécia.

É bom que ninguém diga nada disto a Donald Trump. Caso contrário, em breve, poderemos ser proibidos de entrar nos Estados Unidos.

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A ilustração é do Vasco Gargalo.

“I Am A Nasty Women”

Na marcha das mulheres, em Washington, a actriz Ashley Judd recitou um poema de Nina Donovan. A rapariga, de 19 anos, escreveu o texto pouco depois de Donald Trump classificar Hillary Clinton de Nasty Women durante um debate das eleições presidenciais. Nunca imaginou que atingisse estas proporções.

A primeira conferência de imprensa de Donald Trump, presidente

A partir do minuto 11.

Um grande discurso

A partir dos 3m20s

Sem filtro

No último ano os repórteres do The New York Times gravaram os comícios de Donald Trump. Esta é uma versão do que raramente passa na televisão.