E a mala diplomática enviada para Luanda desapareceu

A notícia é do Jornal de Negócios: 

“A mala diplomática portuguesa foi extraviada, a semana passada, em Luanda, soube o Negócios.

A mala com o correio do Estado português terá sido furtada no aeroporto 4 de Fevereiro e as responsabilidades são apontadas à empresa que assegura o transporte deste tipo de malas em Luanda. O incidente já foi reportado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

 

Uma fonte diplomática contactada pelo Negócios não quis fazer mais comentários sobre este caso. A segurança desta mala, assim como de toda a outra bagagem diplomática portuguesa é assegurada em Angola pela empresa Transportes Joaquim Guerra Logística. Apesar deste extravio, tudo indica que o MNE não irá rescindir o acordo com a referida empresa, por se tratar de uma situação isolada. O conteúdo da referida mala é naturalmente desconhecido. Contudo, por natureza, uma mala diplomática contém informação que um Governo classifica como importante e de natureza confidencial.

 

Uma mala diplomática é um envelope, uma caixa, um contentor ou qualquer outro volume utilizado pelas missões diplomáticas para o envio e recepção de documentos e objectos destinados a uso oficial a coberto da imunidade diplomática. Este tipo de mala não pode ser aberta ou retida pelas autoridades alfandegárias.

 

O actual embaixador de Portugal em Angola é João da Câmara.”

Carta selada

As verdades, as meias verdades e as faltas à verdade de Passos Coelho

Ontem, na RTP, Pedro Passos Coelho, respondeu aos portugueses de forma aparentemente sincera. E em grande parte, verdadeira. Mas também não disse a verdade toda. Mais: também ele faltou à verdade em algumas ocasiões (para usar uma expressão muito em voga na política portuguesa). O fact check foi feito pelo Jornal de Negócios na edição online. Isto é jornalismo sério e especializado.

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