A revista do ano que faltava: O Informador em 2014

Obrigado a todos os leitores. O ano que vem será ainda melhor.

Here’s an excerpt:

The Louvre Museum has 8.5 million visitors per year. This blog was viewed about 220,000 times in 2014. If it were an exhibit at the Louvre Museum, it would take about 9 days for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

O Informador, ano dois

Dois anos. Parece que foi ontem. Não foi. Hoje, passam exactamente 730 dias desde que fiz o primeiro post neste blogue. Como escrevi o ano passado, não sabia como ia correr. Nem se ia durar. Era uma experiência. Um escape. Uma forma de praticar um estilo de escrita mais livre. Um meio de dar a minha visão sobre factos que afectam a nossa vida em geral e o jornalismo em particular. No fundo, um espaço próprio. Nada mais.

Mas a verdade é que à medida que o tempo foi passando, que o blogue começou a crescer e a ser seguido por cada vez mais pessoas, o compromisso também aumentou. É assim que entendo este espaço: ele não me pertence só a mim. Pertence a todos aqueles que o lêem e que, com o seu feedback, me levam a seguir determinado caminho.

É por isso que hoje posso dizer que – a menos que haja algum imponderável – O Informador veio para ficar. E, de preferência, para crescer. As pequenas mudanças que foram sendo feitas no último ano são um reflexo disso. A nova imagem, original, graças à arte e generosidade do Alex Gozblau (obrigado, Alex) e as novas rubricas (tudo o que precisam de saber sobre…, leitura para o fim-de-semana; etc) não são mais do que uma tentativa de chegar a mais gente e de deixar os que já aqui vêm com mais vontade de voltar. Porque encontraram textos interessantes, informações credíveis, reportagens cativantes, vídeos esclarecedores ou infografias surpreendentes. Claro que tudo isto tem limitações. Sou só um e tenho de trabalhar para ganhar a vida. Ainda assim o balanço destes dois anos não é mau:

  • 1793 posts
  • 514 mil pageviews, de 185 países (quase todos os do mundo)
  • 1275 comentários
  • 3238 seguidores no Facebook
  • 104 no Twitter
  • 187 no site
  • 4808 partilhas de posts

Os artigos mais lidos no último ano foram:

  1. Judite de Sousa, a pivot moralista que usa sapatos Louboutin
  2. As revelações de Manuel Monteiro sobre Paulo Portas
  3. A roupa suja de Manuel Maria Carrilho e a queixa de Bárbara Guimarães
  4. Tirem as fotografias dos vossos filhos da Internet. Já!
  5. Assunção Esteves, a “Miss Prada” do Parlamento.

A todos vocês o meu muito obrigado. Espero que o ano que aí vem seja ainda melhor. Tal como este, sê-lo-á graças a vocês. Por isso, continuem a partilhar O Informador. Ele também é vosso.

NTP

Meio milhão!

O trabalho tem sido tanto nos últimos dias que nem dei pelo ultrapassar de um marco histórico: na segunda-feira, O Informador ultrapassou as 500 mil pageviews. Isso significa que já houve mais de meio milhão de cliques em publicações desta página. Um grande número que aumenta a responsabilidade para o futuro. Muito obrigado a todos..

O Informador ultrapassou os 3000 likes no Facebook

Ontem, O Informador atingiu a marca dos 3000 seguidores no Facebook. Já é um número considerável para um blogue unipessoal, alcançado em pouco mais de ano e meio. A ocasião merece ser assinalada e, para isso, nada melhor do que agradecer a quem o merece realmente: aos leitores. A todos, muito obrigado.

Keep Calm and MUITO OBRIGADO A TODOS!!! Poster

Uma espécie de reformulação gráfica

Um ano e meio de blogue é uma ninharia. O bebé ainda está a gatinhar. Mas, como todos os pequenos seres que não param de crescer, já estava a precisar de umas roupinhas novas. E quando comecei a pensar no assunto, não tive grandes dúvidas sobre a quem as poderia encomendar.

Conheço o trabalho do Alex Gozblau há mais de 10 anos. Estava em O Independente quando a directora de arte, Sónia Matos, começou a pedir-lhe trabalhos para a secção do Internacional. Já então ele tinha um traço único. Quando mudei para a Sábado não hesitei em recomendá-lo. E não me arrependo. É que para além da ilustração editorial, o Alex é um homem dos sete ofícios: desenhou inúmeras capas de livros ilustrados, colabora com companhias teatrais, fez a revista 365, assinou bandas desenhadas, foi coargumentista da curta metragem de animação A Dama da Lapa e desenhou os cenários das curtas Sem Dúvida, Amanhã!, e Memória de cão

Na imprensa, os desenhos do Alex já apareceram nas páginas do Jornal de Negócios, Expresso, Público, Visão, Diário de Notícias e Ler e muitos outros. Por isso, mais do que para ele, é uma honra para mim contar com a arte dele neste blogue. Obrigado, Alex.

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Os 13 posts mais lidos de 2013

  1. A entrevista de Judite de Sousa a Lorenzo Carvalho levou-me a escrever este texto que, inesperadamente, se tornou o mais visto do ano, com quase 40 mil visualizações. Chama-se Judite de Sousa, a pivot moralista que usa sapatos Loubotin.
  2. 13209216Tecnicamente, este post é ainda de 2012. Mais precisamente de 2 de Novembro. No entanto, só a meio deste ano, na altura da “demissão irrevogável” de Paulo Portas começou a ser partilhado. Obrigado, Paulinho. Trata-se de um excerto da entrevista de vida que Manuel Monteiro deu à Sábado. Chama-se As revelações de Manuel Monteiro sobre Paulo Portas.
  3. fotografia-1A separação de Bárbara Guimarães e a chuva de acusações feitas por Manuel Maria Carrilho motivaram-me a fazer um único post. Muito simples. Não me deu muito trabalho. Tinha o título A roupa suja de Manuel Maria Carrilho e a queixa de Bárbara Guimarães. Mas entrou directamente para o Top três deste ano.
  4. ng2834506A nomeação de Rui Machete como ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros causou surpresa. Foi uma boa ocasião para recordar o que os sucessivos embaixadores norte-americanos em Lisboa escreveram nos vários telegramas enviados para Washington sobre o então presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O post intitula-se O que os Estados Unidos pensavam de Rui Machete. A imagem não é boa.

    Foto: Tiago Miranda

    Foto: Tiago Miranda

  5. O quinto post do Top13 foi um alerta: em Setembro um qualquer indivíduo começou a colocar no facebook fotografias de crianças portuguesas, retiradas dos perfis dos pais, com comentários impróprios (é a palavra mais educada que me ocorre). O tema de Tirem as fotografias dos vossos filhos da internet. Já! acabou por ser manchete no Correio da Manhã do dia seguinte. images
  6. Logo em Janeiro escrevi na Sábado um dos textos que mais gozo me deu fazer este ano. Foi a história – em que tropecei por acaso – de como Marco Borges, o antigo concorrente do Big Brother – mudou de vida e se tornou um profissional da segurança privada com reputação internacional. O post A nova vida de Marco Borges como treinador de guarda-costas relata a forma como cheguei ao Marco e inclui o texto publicado na Sábado.

    ©Ed Jones/AFP/Getty Images

    ©Ed Jones/AFP/Getty Images

  7. Também em Janeiro, a revista Forbes noticiou que Isabel dos Santos se tornou a mulher mais rica de África. A filha de José Eduardo dos Santos foi a primeira africana a alcançar uma fortuna de mil milhões de dólares. is
  8. Janeiro foi um bom mês. Fabrizio Corona, um paparazzo italiano condenado a uma pena de prisão em Itália decidiu fugir para Portugal. O texto sobre a fuga e a vida do próprio fotógrafo chegou ao oitavo lugar da lista dos mais lidos. Na verdade, há um motivo para isso: Corona fugiu para Portugal para casa de… Lorenzo Carvalho, o entrevistado favorito de Judite de Sousa. As pesquisas na internet em nome do piloto trouxeram muitos leitores a O paparazzo que nunca tirou uma fotografialorenzo-insta
  9. Há cerca de um mês e meio, a revista Visão entrevistou Fernando Moreira, um consultor de comunicação e blogger que participou na equipa que levou Passos Coelho ao poder, primeiro no PSD e depois no país. Foi a primeira vez que um participante activo numa campanha de promoção e comunicação política revelou tão claramente a forma alguns grupos se dedicam a tentar controlar a mensagem passada em blogues, redes sociais e fóruns de ouvintes. Chama-se Como a comunicação de Passos Coelho passou do 80 para o 8.  fotografia-11
  10. O concurso de acesso à carreira diplomática deste ano teve alguns momentos peculiares. O mais importante deu-se logo na primeira prova: a de cultura geral. Para além de questões extremamente relevantes como “o que é um prognata?” ou “qual o caminho mais curto até Urano?”, várias irregularidades levaram o Ministério dos Negócios Estrangeiros a repetir o exame. No entanto, os resultados foram igualmente desastrosos. O post Prova de cultura geral para diplomatas, parte dois com as perguntas e as respectivas respostas foi um dos mais vistos. fotografia (40)
  11. A filha de Miguel Sousa Tavares é casada com o filho de Ricardo Salgado. Em Abril, o humorista José Diogo Quintela escreveu que é por isso que o escritor e comentador nunca disse ou escreveu uma palavra sobre o presidente do BES – ao contrário do que fez em relação a todos os outros banqueiros. Sousa Tavares respondeu que Quintela é um mediocre e acusou-o de ter negócios com Dias Loureiro. A polémica José Diogo Quintela vs Miguel Sousa Tavares obteve alguns milhares de visualizações. 65375_10151515944979588_738013265_n
  12. A decisão tomada por Barack Obama de alterar toda a estratégia norte-americana em relação à África Ocidental e, em particular, aos países da CPLP deu origem a uma longa análise no The Huffington Post. No entanto, o que mais impressionou foi a ausência da palavra Portugal em todo o texto. Chama-se A batalha americana pelo mundo lusófono – e a ausência portuguesa da equação. africa-usa-preview
  13. A fechar a contagem está um post que podia estar lá no cimo: a entrevista integral de Manuel Monteiro com todas as revelações do político sobre as mentiras, as traições e também o apoio dado pelo Paulo Portas jornalista à tomada de poder do CDS. fotografia-1

Este blogue está em abrandamento estival

Voltamos em breve, com algumas novidades – e a vontade do costume.