Menor português morre na Síria

isis_abertura

Várias contas ligadas ao Estado Islâmico (EI) divulgaram durante o fim-de-semana a morte de um jihadista com nacionalidade portuguesa. Tratar-se-á de um rapaz com cerca de 15 anos, chamado Abu al-Faruq, que seria filho do comandante português do EI Abu Juwayria al-Portughali, cuja morte foi anunciada a 11 de Março.

O rapaz tinha surgido pela primeira vez nas redes sociais em Junho de 2014. Então era identificado como tendo origens argelinas e que teria viajado de Portugal para a Síria.

A notícia completa, aqui.

Humor de espiões

Os funcionários da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos resolveram partilhar o seu sentido de humor com o mundo e decidiram fazê-lo no dia dos namorados, através do Twitter. E até têm alguma piada.

Desmascarado

O Channel 4 News descobriu o responsável pela conta de propaganda do Estado Islâmico no Twitter, Shami Witness.

A diplomacia das redes sociais

Mais de 70% dos governos dos 193 Estados membros da Organização das Nações Unidas estão no Twitter: a maioria de uma forma pessoal. São contas de chefes de Estado, de governo ou de ministros. Alguns gerem as próprias contas. Muitos têm alguém a fazê-lo. Os líderes africanos são geralmente os que mais conversam. Já os sul-americanos estão entre os maiores adeptos da rede social e são aqueles com mais seguidores: alguns comunicam mesmo entre si pelo Twitter. São as conclusões do Twiplomacy, o principal estudo global sobre o uso da rede social pelos líderes mundiais. Portugal também lá está. As contas de Cavaco Silva, da Presidência da República, do governo e de Pedro Passos Coelho são analisadas. Os autores concluíram mesmo que o primeiro-ministr só usou a rede social durante a campanha eleitoral. Dois dias após as eleições, remeteu-se ao silêncio. Nesse período seu post mais popular foi:

“Não quero ser eleito para dar emprego aos amigos. Quero libertar o Estado e a sociedade civil dos poderes partidários.”

Top5_infographic_final